segunda-feira, 23 de janeiro de 2012


É impressionante nossa incapacidade de aceitar o fim. Ainda mais quando não é o final que planejávamos. Fomos criados acreditando em “felizes para sempre”, como se a nossa felicidade fosse algo que sempre dependesse de outra pessoa. De estar com outra pessoa. Sem contar a obrigação de amar e ser amada apenas uma vez na vida. São tantos conceitos criados em torno de um puritanismo que nós mortais jamais seremos capazes de cumprir, aceitar e entender. Então de repente acaba um namoro, uma amizade ou um casamento, nossa quando o lance é casamento é mais tenso. O que sei que é de repetente, nos vemos diante de finais que não são considerados felizes porque a solidão é algo fúnebre e depressivo, não é mesmo? Não mais para mim. Nunca mais será. Como querer ser feliz sem saber ao menos o realmente te faz feliz? Qual o seu conceito de felicidade? Hoje eu tenho certeza de algumas coisas que me fazem feliz: cachorro (Laika), amigos reais como Mariana, Nágella e Michel, uma nova tatuagem, ficar no front stage no show dos The Cranberries, e possibilidades de novas amizades mesmo que por enquanto virtuais como os cranfãs Cecília e Jorge e o mineiro Reiri. A Cecília me incentivou a finalmente ter um blog e aqui estou tentando ver no que esse trem vai dar uai.